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A pedra no meio do caminho de Maria de L. Rodrigues |
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O pão que a ministra amassou |
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“Quem semeia ventos, colhe tempestades”, diz o velho adágio. Eis algo que já deve ter ocorrido à Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues (MLR). O debate “Prós e Contras” que contou com a presença da ministra chocou alguns comentadores, pelo inevitável tom de confronto pouco respeitoso dos professores face a MLR, a sua “patroa”. Muitos dos bem-pensantes que, em torrentes de verborreia inócua, têm discorrido sobre o tema da educação (que, finalmente, tem tido um amplo tempo de antena) continuam a afirmar que os professores se manifestam porque rejeitam liminarmente a avaliação. Esta é uma mera falácia venenosa que procura minar um movimento espontâneo de professores, que não têm medo da avaliação, mas sim da forma como esta está a ser implementada, e que se revoltam em virtude da velocidade estonteante com que o ministério pretende levá-la a cabo, isto é, no final do segundo período (!).
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Os professores e os prémios de consolação |
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Os sindicatos foram mesmo expulsos do templo? |
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A Ministra da Educação tem mencionado inúmeras vezes que os sindicatos de professores já não têm qualquer lobby no seu ministério, contrariamente ao que terá sucedido no passado. Não sei se isto corresponde à verdade, ou não. O que interessa é que os sindicatos (e estou a pensar sobretudo no maior e mais influente sindicato português, a Fenprof) têm de repensar as estratégias futuras, do lado de fora do Templo da Educação.
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